ISSN 1807-1783                atualizado em 16 de julho de 2014   


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[ 14 de setembro de 2010 ]

Amaro Quintas e a Missão do Historiador

O presente estudo tem como finalidade a análise da vida, da obra e das características do historiador e advogado pernambucano Amaro Quintas, face uma compreensão global e regional dos aspectos históricos que o envolveu, baseado no relato de amigos, parentes, documentação existente e pelas palavras do próprio Amaro Quintas. O objetivo principal desta seguinte análise é fazer jus a um homem que, por si só, é parte integrante e essencial da História de Pernambuco e se eterniza pelas suas palavras claras e objetivas. A historiografia de Amaro Quintas é inovadora ao tratar a interpretação histórica de forma não-linear e não-imparcial num momento, e ainda presente, que luta contra o tradicionalismo historiográfico. leia mais

[ 14 de setembro de 2010 ]

O Dito e o Vivido: Relatos de Experiências das Mulheres Afrodescendentes nas Sociedades Recreativas em Laguna (1900 a 1950)

A instituição familiar composta de africanos/as e seus descendentes foi negada constantemente por intelectuais como Gilberto Freyre, Oliveira Viana, Oracy Nogueira, Emilia Viotti da Costa, Jacob Gorender, Roger Bastide e Florestan Fernandes. Esta negação está relacionada à concepção que se tinha, no contexto de produção dessa historiografia, daquilo que entendiam como instituição familiar, qual seja, a de que esta somente poderia ser composta por pai, mãe e filhos e sancionada pela Igreja Católica. Aliado a isso, esses autores justificavam a “anomia” das relações entre africanos e seus descendentes na condição de cativos. leia mais

[ 14 de setembro de 2010 ]

O padre e a moça “de portas adentro”: um estudo de caso acerca do cotidiano e da vida privada nas Minas Setecentistas

A chamada história da vida privada tem sido entendida erroneamente como uma história menor, desprovida de questionamentos e por isso pouco relevante. Afinada com as temáticas do homossexualismo, sexualidade, infância, feminismo, entre outras, estabelece recortes curiosos e suscitam temáticas até então ignoradas ou pouco estudadas pela historiografia. Legitimada pela Nova História Cultural, é fato que a história da vida privada, em suas minúcias, particularidades e detalhamentos compõe narrativas que, além de interessantes, ultrapassam o caráter de narrativa pura e simples. leia mais

[ 14 de setembro de 2010 ]

Aspectos teóricos do poder na Roma do século II d.C.: Os diálogos de Alexandre e Parmênio na “Anábase de Alexandre Magno” de Arriano de Nicomédia

Escrita pelo grego Arriano de Nicomédia (cerca de 90 – após 145/6 d.C) na primeira metade do século II d.C., a obra “Anábase de Alexandre Magno” traz uma narrativa da expedição de Alexandre, o Grande (356 – 323 a.C.), rumo à conquista do reino persa. Enquanto proposta historiográfica, o trabalho de Arriano ganhava uma inteligibilidade especial frente àqueles que o contemplavam: tratava-se de uma narrativa que, ao resgatar o passado, buscava também reflexões sobre as lições que ele deixara ao presente e futuro leia mais

[ 14 de setembro de 2010 ]

Palavras silenciadas: Machado de Assis, a História do Brasil às avessas e as ausências simbólicas

O esquecido, o historicamente silenciado. Dono de palavras refutadas, nas quais as permeações da loucura e da traição se fazem presentes. Fugitivo do Estado, fruto das fissuras identitárias, denúncia da distinção. Em contrapartida, a inevitável submissão à força. O excluído, invisibilizado pelo Brasil Imperial, sinaliza a imagem de uma história sem ornamentos, de discurso às avessas; desvenda maquiagens impermeáveis à sociedade brasileira. leia mais

[ 31 de agosto de 2010 ]

Flávio Josefo e a historiografia judaica antiga

A proposta deste texto é refletir sobre o lugar da historiografia na história judaica antiga de um modo geral, bem como, sobre o papel do historiador judeu Flávio Josefo nesse contexto. Utilizo o termo historiografia para me referir às variadas produções literárias pertencentes ao gênero histórico, como crônicas e narrativas que sejam formas, mesmo que rudimentares, de registro histórico. As representações do passado, baseadas em fatos registrados de forma escrita num esforço cronológico e que contenham narrativa podem ser consideradas como historiografia. A historiografia de que estamos tratando neste texto refere-se às narrativas históricas produzidas por judeus em hebraico e aramaico e, grande parte dela constitui a chamada historiografia bíblica. leia mais
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Manutenção do Tráfico e a Lei de 1831: Relações Internas e Externas e suas Motivações
Tecer o real implica a codificação e disposição conceitual do mundo em um determinado tempo e lugar histórico, uma forma de expressão do pensamento simbólico. Nesta perspectiva, pretendemos identificar na estrutura poética dos relatos míticos cantados nos primeiros 382 versos de Os trabalhos e os dias pelo aedo arcaico Hesíodo, alterações que marcam o tempo do poeta e que ensejam novos parâmetros intelectuais para os gregos dos séculos seguintes. leia mais

O Culto (Simbólico) da Morte: Uma Abordagem a Partir do Cemitério São João Batista de Guarabira-PB
O cemitério São João Batista está localizado no centro da cidade de Guarabira, Paraíba. Por ser o cemitério mais antigo da cidade, hoje se encontra circundado por residências que avançaram rapidamente ao longo dos tempos. Tendo seu surgimento na segunda metade do século XIX, o cemitério seguiu os parâmetros estabelecidos pelas autoridades da época em construir distante das cidades como medida higiênica. leia mais