ISSN 1807-1783                atualizado em 02 de julho de 2015   


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[ 11 de janeiro de 2011 ]

Uma Breve História dos Cemitérios

Para que se possa entender a história dos cemitérios, é necessário refletirmos a cerca da evolução da concepção da morte que nortearam as práticas de enterramento desde os primórdios da humanidade. É a partir de uma determinada crença sobre a morte que justificará o destino que os vivos darão aos mortos. Só tendo como guia o imaginário da morte que compreenderemos as várias formas de enterramento na história humana. Lewis Mumford nos coloca algo interessante acerca da origem dos cemitérios, expondo que “a cidade dos mortos antecede a cidade dos vivos”, uma vez que: “Em meio às andanças inquietas do homem paleolítico, os mortos foram os primeiros a ter uma morada permanente: uma caverna, uma cova assinalada por um monte de pedras, um túmulo coletivo”. O que podemos tirar disso é que, desde os primórdios da humanidade, a preocupação com o “lugar do morto” já se mostrava presente. leia mais

[ 11 de janeiro de 2011 ]

A Interdisciplinaridade entre a Arqueologia Histórica e a História: Um Diálogo Necessário

Fazer arqueologia consiste em estudar e preservar a cultura material de determinada sociedade e devolver o saldo da pesquisa para a comunidade, pois quando o conhecimento não circula, fica perdido. A arqueologia Histórica tem como objeto de estudo o período histórico, mas os seus limites temporais ainda não estão bem definidos. O que leva a diferentes entendimentos sobre as prioridades da disciplina entre arqueólogos, historiadores, arquitetos, órgãos federais e instituições que atentam pelo Patrimônio Cultural. Nesse trabalho houve um levantamento bibliográfico para apresentar essas diferentes concepções e como a Arqueologia Histórica se faz necessária ao trabalhar em conjunto com a História, trazendo à tona novas versões que contestam ou acrescentam a história oficial. Portando esse trabalho objetiva o diálogo entre essas duas áreas do conhecimento, já que a Arqueologia Histórica caminha junto com a História em suas metas, fontes de pesquisa e dificuldades. leia mais

[ 11 de janeiro de 2011 ]

História e Memória: Perspectivas Sócio-Culturais

O intuito deste artigo é pensar e refletir, em linhas gerais, a respeito de algumas questões teórico-metodológicas dentro dos estudos da História. Então, faremos aqui um diálogo com algumas obras e autores, no que tange principalmente à importância do papel da História e da Memória, suas aproximações com a História Oral e seus desdobramentos no campo da cultura e da sociedade contemporâneas. É sabido que nos últimos tempos, inúmeras transformações marcaram o debate his­toriográfico. A objetividade das fontes escritas com que o historiador trabalha foi certamente posta em xeque. leia mais

[ 11 de janeiro de 2011 ]

Arqueologia, Linguística e Literatura – o paradigma da Continuidade Paleolítica e os Estudos Célticos

Foi com grande interesse que conheci, ao visitar as páginas de História e-História, o artigo recém-publicado de Thiago Pereira, aluno bolsista de Iniciação Cientifica Voluntária UNIMONTES, sobre o patrimônio paleolítico do Norte de Minas e em especial da região do Rio Francisco. Em meu artigo de 2009 publicado na Ollodagos eu havia trabalhado com a idéia de que a memória oral e os registros arqueológicos das povoações adjacentes ao velho Chico (Rio São Francisco) poderiam nos trazer uma traçabilidade interessante da imigração galega, bretã e portuguesa no Brasil. leia mais

[ 11 de janeiro de 2011 ]

Nota de Atividades – Laboratório de Arqueologia Pública (Nepam/Unicamp)

Raros são os consensos acadêmicos em torno de conceitos ou definições de área; com o campo da Arqueologia Pública (AP) não é diferente. Os arqueólogos aceitam, de uma forma bastante genérica, que a AP é um campo da Arqueologia dedicado às reflexões e práticas sobre como as pesquisas arqueológicas, realizadas dentro da academia ou mesmo pelas empresas de Arqueologia, se relacionam com a sociedade. leia mais

[ 04 de janeiro de 2011 ]

A Micro-História e a Proteção do Patrimônio Arqueológico de Jequitaí: Sítio da Lapa Pintada

A cultura é um mundo resultante da ação humana. É o conjunto de atividades e modos de agir, os costumes e as instruções particulares de cada grupo social. São os hábitos, as instituições, os modos de fazer, os gestos, as belezas, os ritos, a culinárias, as celebrações, as danças e as tradições. De acordo com Aranha (1993), cultura é a capacidade do ser humano de produzir sua própria história. O conceito indica a formação coletiva de um grupo social, sendo a individualidade percebida na perspectiva de massificação. Para a antropologia, (ARANHA, 1993) a sociedade pode gerar condição tanto de alienação como de liberdade. A Alienação pode ser gerada por ausência de uma consciência histórica e sociopolítica; enquanto a liberdade é a que permite o distanciamento do mundo em que o indivíduo vive e nesse exercício, perceba a realidade de inserção. leia mais
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Chamada para submissão de artigos
A Revista Estudos Amazônicos está aberta à submissão de artigos para o dossiê "Religiões e Religiosidades". leia mais

História Social e Movimentos Sociais Contemporâneos: Constituição e Evolução, Inter-relações e Mudanças
Desde o advento das revoluções, mas especificamente da Revolução Industrial Inglesa, o que se têm depreendido da relação tecnologia e sociedade indica uma total revisão de conceitos, de procedimentos e de valores socioculturais historicamente constituídos, dentre os quais educação, trabalho, cultura, lazer, informação e comunicação... leia mais