ISSN 1807-1783                atualizado em 08 de setembro de 2010   


Editorial

Expediente

De Historiadores

Dos Alunos

Arqueologia

Perspectivas

Professores

Entrevistas

Reportagens

Artigos

Resenhas

Envio de Artigos

Eventos

Curtas


Nossos Links



Destaques
Fale Conosco
Cadastro
Newsletter


Arqueologia subaquática ou Caça ao tesouro

A História está sendo destruída antes mesmo de ser conhecida

A História está sendo destruída antes mesmo de ser conhecida”, adverte o mergulhador e graduando em História (FESB-SP) Randal Fonseca.

            “Amparados por uma legislação frágil, que não protege o patrimônio submerso como ocorre com o terrestre, aventureiros e grupos com interesses comerciais estão saqueando e depredando naufrágios, ou seja, uma verdadeira Caça ao tesouro, ao invés de comunicar o achado submerso aos órgãos competentes como o CEANS - NEE - Unicamp para que sejam adotados processos  - científicos como a Arqueologia Subaquática, para mapeamento e estudos.”



Clique Aqui para incluir sua mensagem.

Título Data e Hora
Arquitetura Egipcia Fraudes da Arqueologia 26/04/08 03:39
"arqueologia" do fetiche 13/12/06 10:05
Arqueologiasubaquatica ou Caça ao tesouro? 08/04/05 10:30
Arqueologia subaquática ou Caça ao tesouro 26/07/04 14:38
Arqueologia subaquática ou Caça ao tesouro 26/07/04 14:35

Título: Arquitetura Egipcia Fraudes da Arqueologia
Data: 26/04/08 03:39
Autor: Caio C.Feresin
Formação: Média
Instituição:
A descoberta de um sitio arqueológico no mar em Alexandria no Egito representa um grave revés na arqueologia tradicional O que aconteceu no mar do Egito na cidade de Alexandria se impõe como um novo marco para a arqueologia. Uma quantidade expressiva de objetos, estilos se subvertem idades se confundem, esfíngies magníficas e um extraordinário e portentoso templo. Descoberta que quando for compreendida a contento deixará a arqueologia egípcia e de todo o mundo desacreditada. Primeiramente, contudo, há que se perceber que se tratava de uma cidade Grega no Egito e não de uma cidade Egípcia, dessa forma, apesar da incorporação de alguns elementos arquitetônicos Egípcios em sua estrutura, em especial, o palácio, centro maior de poder do Egito e que, no mundo Grego de até então, era um elemento quase desconhecido, visto que, à exceção, é verdade, da Macedônia, a Grécia era majoritariamente dividida em Cidades-Estado Democráticas e/ou Oligárquicas, mas não em Monarquias radicadas em palácios. Mais no blog: www.arquiteturaegipciafraude.blogspot.com

Top topo

Título: "arqueologia" do fetiche
Data: 13/12/06 10:05
Autor: Bruno S. Ranzani da Silva
Formação: estudante de história
Instituição: IFCH/UNICAMP
Me parece que esses saques são parte de uma busca por um passado mítico, uma história fantasiosa que possa amenizar o cotidiano dos que a procuram. A cultura material submersa não é, desta maneira, encarada como um pátrimônio, mas apenas como uma porta de acesso à um sonho que os distancia do mundo moderno, um entetenimento. É aqui, acredito, que começa o conflito entre o trabalho arqueólogico e o "resgate de tesouros". O arqueólgo desenvolve um discurso com proposições cientícas sobre o sítio arqueológico, nem sempre aceitas pelo público. Estudante de história - Unicamp

Top topo

Título: Arqueologiasubaquatica ou Caça ao tesouro?
Data: 08/04/05 10:30
Autor: Randal Fonseca
E-mail:
jairmirandacoelho@bol.com.br
Cidade: Cabedelo-Paraiba
País: Brasil
Parabens. Na Paraiba,varios navios naufragados já foram piratedos por caçadores de tesouros.Até motores de um avião amerrisado nas aguas paraibanas,foram retirados por falsos "arqueologos"

Top topo

Título: Arqueologia subaquática ou Caça ao tesouro
Data: 26/07/04 14:38
Autor: Pedro Paulo A. funari
E-mail:
pp@arqueologiasubaquatica.org.br
Cidade: São Paulo
País: Brasil
A febril atividade no litoral brasileiro, durante a ocupação européia, ocorreu no contexto histórico das grandes navegações e deixou submersos vestígios que retratam a vida a bordo das embarcações que realizaram epopéicas travessias oceânicas. Essas são informações únicas sobre nossa história, constituídas de testemunhos materiais de atividades humanas de diferentes épocas e culturas, e estão encobertas pelas águas. As pesquisas subaquáticas devem, portanto, ser realizadas de forma sistemática para que possamos obter dados relevantes ao estudo sobre a soberania nacional e a defesa territorial, desenvolvido pelo NEE – Unicamp. Porém, tudo isso pode ser perdido ou descontextualizado, se não for estudado por meios cientificamente comprovados. Arqueólogo e antropólogo, coordenador do NEE – Núcleo de Estudos Estratégicos – Unicamp –SP.

Top topo

Título: Arqueologia subaquática ou Caça ao tesouro
Data: 26/07/04 14:35
Autor: Gilson Rambelli
E-mail:
rambelli@arqueologiasubaquatica.org.br
Cidade: Bragança Paulista - SP
País: Brasil
Objetos pessoais descartados pelos viajantes, mercadorias abandonadas ou perdidas acidentalmente, imagens sacras, porcelanas, talheres e garrafas de bebida são restos materiais provenientes das atividades rotineiras das embarcações e permitem aos arqueólogos reconstituir costumes, tradições e aspectos econômicos do período estudado, além de fornecer pistas sobre a posição social dos navegadores. “Os naufrágios são como verdadeiras cápsulas do tempo. Uma vez afundados e perdidos no fundo do mar, esses sítios arqueológicos submersos passam por menos alterações e perturbações do que os sítios terrestres, legando ao pesquisador um conjunto de objetos extremamente bem conservados”, no entanto tudo isso pode ser perdido quando pessoas interferem sem metodologia. Em geral a caça ao tesouro define a ação de pessoas que buscam produzir museus particulares ou colecionar souvenires. Há também ações mais graves promovidas por empresas que buscam obter lucro, independentemente do valor histórico, cultural e patrimonial. Historiador e arqueólogo subaquático.

Top topo