ISSN 1807-1783                atualizado em 09 de setembro de 2009   


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Leia em História e-História

por Webmaster História e-História


Dante Alighieri
Foto de Wikipedia

Dante Alighieri e a nobreza intelectual: a defesa da vida contemplativa como virtude suprema do homem, por Gabriel Ferreira de Almeida Paizani.

Dante Alighieri (1265-1321) conviveu em uma Florença marcada por múltiplos conflitos entre facções políticas internas e percebendo essas questões com grande desgosto tornou-se um defensor da vida política ativa. Os embates entre as teorias teocráticas de poder, especialmente entre as propostas por Filipe IV e Bonifácio VIII, bem como a movimentação de Henrique VII pela Itália, criaram as condições para a composição dos tratados Convivio (1304) e Monarchia (1312-1313). Ao justificar a necessidade da Monarquia temporal, Dante recorre à legitimação do poder Imperial e a predestinação do Império conferida pela divindade, a partir disso, o objetivo desse artigo é elucidar e afirmar, portanto, que é perceptível a relação que se estabelece entre Deus e o Monarca universal, simbolizando antes uma teoria de "nobreza" intelectual, que somente um argumento para fundamentar a distinção dos poderes. Confira…

 

A "Hespanhola" em Sergipe de 1918 e seus impactos sobre a estrutura sanitarista do Estado, por Jonas José de Matos Neto e Luana Silva Bôamorte de Matos.

O objetivo central deste artigo é apresentar a epidemia da "gripe espanhola", no ano de 1918, e seus impactos sobre estrutura dos serviços de saúde pública de Sergipe. Para isso, fizemos o uso da dissertação do médico Antônio Samarone, de trabalhos sobre a situação da saúde pública em Sergipe durante o período e de obras que tratam da história da epidemia em outros locais. Confira…

 

Amor ao mundo em Albert Camus e Hannah Arendt, por Ricardo Vieira Vaz.

Este texto tem como finalidade refletir sobre o sentimento de amor ao mundo presente nas obras de dois grandes pensadores do século XX: Albert Camus (1913-1960) e Hannah Arendt (1906-1975). A viabilidade e a relevância de se discutir o amor ao mundo se evidenciam quando levantamos questões relativas às maneiras de ser e de sentir do indivíduo contemporâneo. Confira…

 

A memória marcista e a cisão do partido liberal moderado mineiro n'O Universal de Ouro Preto (1835-1836), por Ageu Quintino Mazilão Filho.

Através do mapeamento e análise do periódico O Universal (1825-1842) de Ouro Preto, precisamente seus números correspondentes aos anos de 1835 e 1836, juntamente com leitura de bibliografia teórica e historiográfica acerca do tema, desde conceitos operatórios até a peculiaridade da imprensa como fonte buscamos levantar alguns dos motivos e argumentos que levaram à cisão do partido liberal moderado mineiro, dentre os quais, a memória marcista - referente aos fatos ocorridos por ocasião do conflito regencial de Minas Gerais: a Sedição de 22 de Março de 1833, também conhecida como Revolta do Ano da Fumaça. Confira…

 

O Paraná negro e a voz dos remanescentes de quilombos, por José Alexandre da Silva e Maria Antônia Marçal.

No Estado do Paraná, como nos outros Estados do Sul, durante muito tempo se acreditou que a escravidão negra havia sido muito pouco significativa nestas regiões por terem prevalecido as invernadas e fazendas de criação de gado que necessitavam de muito menos mão de obra que os engenhos do Nordeste Açucareiro e as fazendas de café da região Sudeste. Regiões onde prevaleciam a grande propriedade sustentada pelo trabalho escravo, com produção destinada a abastecer o mercado externo e abastecidas pela pecuária das províncias do Sul que configuravam economias de abastecimento do mercado interno. Confira…

 

I Congresso Internacional de Museologia: Sociedade e Desenvolvimento, por Sandra C. A. Pelegrini.

O Museu da Bacia do Paraná, vinculado a Universidade Estadual de Maringá (UEM), está comemorando 30 anos de sua fundação. Tal efeméride será abrilhantada com a realização do “I CONGRESSO INTERNACIONAL DE MUSEOLOGIA: SOCIEDADE E DESENVOLVIMENTO”, cujo objetivo principal está focado na promoção de conferências e debates sobre questões candentes, tais como: a democratização dos museus e as funções sociais de instituições dessa natureza. Além disso, buscará incentivar a participação da sociedade nos processos de organização de museus e de construção de políticas públicas e ações relacionadas à gestão dos museus, a preservação do patrimônio e a inclusão social. O Museu concebido como espaço de memórias se constitui um lugar privilegiado para o exercício da cidadania. Confira…