ISSN 1807-1783                atualizado em 25 de outubro de 2011   


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por Webmaster História e-História


Simón Bolívar
fonte: www.bandeiraverde.com.br

A dialética identidade-alteridade na construção da Nação boliviana: o “povo enfermo” de Alcides Arguedas, por Alessandra Gonzalez de Carvalho Seixlack.

FEm setembro de 1815, durante o exílio em Kingston, o Libertador Simón Bolívar (1783-1830) redige a Carta de Jamaica, documento no qual realiza uma análise histórica sobre as lutas de emancipação que vinham sendo conduzidas pelos patriotas no continente americano desde o ano de 1810. Em meio à defesa de um projeto de unificação dos novos Estados e à tentativa de obter a cooperação europeia com o ideal da independência latino-americana, um aspecto que adquire notoriedade no discurso de Bolívar é a sua preocupação com a questão da construção de uma identidade propriamente criolla. Tal constatação do Libertador evidencia sua inquietude diante da necessidade, imposta pelo contexto de emancipação em relação à metrópole, de definição de quem seriam os criollos; caso esse considerado extraordinário e complicado, já que os criollos não poderiam ser definidos como “a raça primitiva da América”, tampouco como “os odiosos e tiranos espanhóis”. Confira…

 

O que Lembrar e Esquecer? Intelectuais de Direita, Ditadura e a Memória da Anistia, por Fernanda Teixeira Moreira.

Os argumentos de Jarbas Passarinho apontam para uma questão complexa, composta por diversos fatores implícitos, mas “se a realidade é opaca, existem zonas privilegiadas – sinais, indícios – que permitem decifrá-la”. Destarte, os diálogos contidos nos trechos citados sugerem pistas interessantes sobre a forma como alguns indivíduos intervêm no espaço público e buscam legitimar socialmente uma imagem positiva sobre o período da ditadura civil-militar brasileira. Confira…

 

A União Ibérica e a cidade: condicionantes da constituição de um novo Estado na colônia, por Bruna Pasetti Dornelles.

O presente artigo é baseado em parte integrante da dissertação defendida em março de 2011 no curso de Pós-Graduação em História (PPGH) da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, entitulada “A cidade colonial brasileira na União Ibérica: base da expansão territorial e lugar de defesa”, para a obtenção da titulação de Mestre em História. O recorte feito versa sobre as alterações administrativas de que foi alvo o Brasil Colônia durante o período de união das duas coroas ibéricas (1580-1640), mais precisamente quanto ao estabelecimento de novas cidades, as quais tinham a clara função de assegurar o controle administrativo local através da centralização de poder que a cidade propicia, mas com clara ligação à autoridade metropolitana e, sobretudo, guarnecer grandes porções de terras, não apenas no litoral, mas também nas regiões de acesso à Bacia Amazônica. Confira…

 

"O segredo de seus olhos": um encontro entre Cinema, História e Psicanálise, por Celso Ramos Figueiredo Filho.

Cinema, história e psicanálise. Três campos de atividades humanas aparentemente díspares. É possível a interlocução entre eles? É cabível ao historiador analisar o passado de uma dada sociedade a partir de uma peça cinematográfica e, ainda, apoiando-se no instrumental teórico psicanalítico? Este artigo tem por objetivo mostrar que essa articulação não só é possível, como desejável, uma vez que a arte e a psicanálise trazem à tona dimensões subjetivas das relações sociais que muitas vezes, na busca pela almejada objetividade científica, alguns historiadores podem deixar escapar. E, ao fazerem isso se esquecem da força inconteste do inconsciente nas mais prosaicas das nossas ações e, portanto, da máxima freudiana de que “o homem não é o senhor na sua própria morada”. Confira…

 

A Os Trabalhos de Arqueologia Subaquática nos Encontros da SAB – Sociedade de Arqueologia Brasileira – de 1993 a 2009, por Luciana Bozzo Alves.

No encontro da SAB de 1993, foi realizada a primeira mesa redonda sobre Arqueologia Subaquática coordenada pela prof. Dra. Maria Cristina Mineiro Scatamacchia, tendo como componentes o Almirante Max Justo Guedes, da Marinha do Brasil, a arqueóloga Maria Lúcia Pardi, do IPHAN (IBPC na época) e Gilson Rambelli, então aluno de pós-graduação do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (USP). Confira…