ISSN 1807-1783                atualizado em 27 de março de 2012   


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Leia em História e-História

por Webmaster História e-História


Hagar, o horrível
Fonte: papodegordo.com.br

O Humor e Representação de Hagar, O Horrível no Jornal Folha de São Paulo (1973-1974), por Fabio Antonio Costa.

Nesse artigo serão estudadas as tiras de Hagar publicadas no Brasil no jornal Folha de São Paulo, no período de maio de 1973 até maio de 1974, visando buscar algumas de suas dimensões; como a representação e humor produzido por Dik Browne em Hagar. Dik Browne (Richard Arthur Allan Browne) foi um quadrinhista que nasceu no bairro do Bronx em Nova Iorque (Estados Unidos) em 1917 e faleceu de câncer em 1989. Ele estudou na "Cooper Union Art School", localizada em Nova Iorque, não concluindo o curso. Ex-seminarista e preocupado com as minorias, tentou a carreira de repórter, mas não obteve sucesso; seu primeiro emprego foi no jornal "New York American", sendo rapidamente transferido para o departamento de arte do mesmo jornal, notadamente destacando sua capacidade para a arte de desenhar do que para o jornalismo. Confira...

 

Por uma leitura política da obra de Nietzsche, por Rusley Breder Biasutti.

A questão do pensamento político do filósofo Friedrich Nietzsche é alvo de intenso debate atual. Entre os filósofos, as leituras correntes ajudaram a difundir a imagem de um Nietzsche apolítico, preocupado mais com questões relativas à cultura e a moral de sua época do que com proposições propriamente políticas. Em contrapartida, a leitura feita por historiadores mostra uma preocupação em denunciar as implicações políticas da empresa nietzschiana, considerada por muitos uma representante da reação aristocrática que ocorreu na Europa durante a segunda metade do século XIX. Esta comunicação pretende analisar como se deu o esvaziamento do conteúdo político da obra de Nietzsche na leitura de alguns filósofos e intérpretes no segundo pós-guerra  leitura essa que se tornou a predominante no Brasil. Confira...

 

A Mulher Hamburguense nos Anos 1920 e 1930 e o Jornal O 5 de Abril: Representações Construídas, por Claudia Schemes, Catiuscia Cabreira Mendes e Magna Lima Magalhães.

Este artigo procura analisar as representações construídas sobre a mulher na cidade de Novo Hamburgo nos anos 1920 e 1930 (1927-1939), a partir do jornal O 5 de Abril . Busca-se elaborar algumas reflexões sobre a veiculação destas representações, no intuito de perceber as proximidades e a obediência às ideias divulgadas amplamente na sociedade brasileira acerca da conduta moral e de comportamento estipulado para as mulheres, bem como os papéis determinado para as mesmas. Para tanto, será utilizada a metodologia da pesquisa documental, visando selecionar no periódico, nas edições publicadas entre os anos de 1927 a 1939, textos que fazem referência à mulher de forma direta e indireta. Confira...

 

Sobre a Condição Feminina e Juvenil na Primeira Metade do Século XX, por Márcio Santos de Santana.

Domingo, 7 de abril de 1929. Nesse dia, o jornal O Estado de S. Paulo trazia um corriqueiro anúncio dos filmes que estariam em cartaz nos cinemas da cidade. Uma dessas chamadas tem substancial importância, pois anuncia um drama de título sugestivo: Juventude Inquieta (Restless Youth, 1928), do cineasta Christy Cabanne. Contudo, a obra cinematográfica em questão pode gerar uma falsa idéia com relação às concepções hegemônicas de juventude e de feminilidade naquele momento histórico.  Confira...

 

Folhetos de cordel, meio de comunicação no Pará na primeira metade do século XX, por Geraldo Magella de Menezes Neto.

As características de um folheto de cordel são bastante peculiares, distintas de jornais e revistas. Em primeiro lugar os folhetos se distinguem pelo seu aspecto físico: são impressos em papel pardo, de má qualidade, medindo de 15 a 17 x 11 cm. Nas capas se estampam o nome do autor, os títulos dos poemas, o nome da tipografia impressora e seu endereço. Confira...