ISSN 1807-1783                atualizado em 09 de setembro de 2009   


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A “Hespanhola” em Sergipe de 1918 e seus Impactos Sobre a Estrutura Sanitarista do Estado.

por Jonas José de Matos Neto e Luana Silva Bôamorte de Matos

Sobre o autor[1]

Sobre a autora[2]

1. INTRODUÇÃO

O objetivo central deste artigo é apresentar a epidemia da “gripe espanhola”, no ano de 1918, e seus impactos sobre estrutura dos serviços de saúde pública de Sergipe. Para isso, fizemos o uso da dissertação do médico Antônio Samarone, de trabalhos sobre a situação da saúde pública em Sergipe durante o período e de obras que tratam da história da epidemia em outros locais.

Este trabalho, ao se debruçar sobre os impactos trazidos pela “Gripe Espanhola” a sociedade sergipana, está vinculado à recente historicidade das doenças, que se mostra muito promissora ao produzir significados que ultrapassam suas características biológicas, e evidenciam o contexto social e cultural no qual o fenômeno está inserido.

É relevante reforçar que as enfermidades nos possibilitam conhecer sobre as crenças, a moral, os costumes, a organização social e as identidades de comunidades acometidas por elas. Segundo o historiador francês Jacques Le Goff, numa coletânea de artigos intitulada “As doenças tem história”:

(...) a doença pertence à história, em primeiro lugar, porque não é mais do que uma idéia, um certo abstrato numa “complexa realidade empírica”, e porque as doenças são mortais. (...) A doença pertence não só à História superficial dos progressos científicos e tecnológicos como também à História profunda dos saberes e das práticas ligadas às estruturas sociais, às representações, às mentalidades. (LE GOFF, 1985; p. 7- 8).

Dentro desta compreensão, a Gripe Espanhola não será abordada neste artigo tão somente como um conjunto de sinais e sintomas físicos que levou pessoas ao auxilio médico, mas como um acontecimento que ameaçou e modificou a sociedade sergipana no inicio do século XX.

2. GRIPE, EPIDEMIAS GRIPAIS E A “SENHORA ESPANHOLA”.

A gripe é uma doença aguda, de evolução rápida e geralmente benigna, podendo, entretanto assumir, em condições ainda não suficientemente conhecidas, características fatais.

Transmitida por contato direto, a influenza tem como sintomas calafrios, sensação de frio, febre, cefaléias, prostração e dores musculares, além de alterações no aparelho respiratório que, com o decorrer do tempo, podem tornar-se proeminentes.

Muito embora pareça ser esta doença uma enfermidade pouco ameaçadora, o vírus gripal pode sofrer sensíveis variações antigênicas, proporcionada pelo contato humano com animais domesticados, ampliando o grau de infectividade e de virulência, oferecendo assim condições propícias para a ocorrência de epidemias ou mesmo pandemias.

Em abril de 2009, por exemplo, pessoas de todo o mundo assistiram estarrecidas às inúmeras notícias sobre uma nova epidemia global: a gripe suína.

Após ter sido identificada pela primeira vez no México, a doença espalhou-se empouco tempo, sendo considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como pandemia global, após o registro de mais de trinta mil pessoas contaminadas em oitenta países[3].

A pandemia relativa à “Gripe Suína”, causada por uma variante do vírus influenza tipo A, que porta a designação H1N1 foi a primeira do século XXI, mas não a unica da história. Em séculos anteriores, pandemias semelhantes, gripais, acometeram pessoas no mundo.

No século passado, no ano de 1918, a humanidade vivenciou situação semelhante, mas com um saldo de óbitos muito maior daquele até agora registrado com a “Gripe Suína”. Cerca de vinte milhões de pessoas morreram vitimadas pela aquela que ficou conhecida como “Gripe Espanhola” (BERTOLLI FILHO; 2003).

A Gripe Espanhola, ou apenas Influenza Espanhola, foi uma pandemia que marcou a historia mundial entre 1918 e início de 1919, sendo considerada como a mais devastadora epidemia gripal que se tem notícia (KOLATA; 2002).

A origem da expressão remete ao pressuposto de que a moléstia havia se originado na Espanha, devido ao grande número de casos divulgados inicialmente. Mas sabe-se que este equivoco surgiu diante da neutralidade do país na guerra e sua postura em não censurar às notícias, inclusive, aquelas sobre os casos de gripe surgidos (BERTUCCI-MARTINS; 2004).

Provavelmente a Influenza Espanhola tenha se originado nos Estados Unidos ou na China, e de lá disseminado até os regimentos estacionados na França, durante a primeira grande guerra (BERTOLLI FILHO; 2003).

A “Senhora espanhola” se espalhou pelo mundo em três ondas epidêmicas, sendo a segunda delas a pior, com altas taxas de infectividade, patogenecidade e virulência. Atingindo todos os quadrantes do mundo, desde grandes centros urbanos a pequenos povoados distantes da vida citadina (BERTOLLI FILHO; 2003).

Através do trabalho jornalistico de Gina Kolata, “Gripe: A história da pandemia de 1918”, é possível apreender os impactos da doença:

Logo a praga estava por toda parte. E ninguém estava a salvo. A doença afetou os jovens e saudáveis. Um dia você estava muito bem, forte e invulnerável. (...) Você começava sentindo uma forte dor de cabeça. Seus olhos começavam a arder. Vinham os calafrios (...) seus músculos doíam e sua cabeça latejava (...). Isso podia durar alguns dias, ou algumas horas, mas nada podia deter o progresso da doença. Médicos e enfermeiras aprenderam a reconhecer os sinais. Seu rosto assumia um tom castanho arroxeado escuro. Você começava a tossir sangue. Seus pés ficavam pretos. Por último, quando o fim já estava próximo, você sentia uma terrível falta de ar. Uma saliva tingida de sangue saía de sua boca.

(...) A praga de 1918 foi chamada de gripe, mas não era como nenhuma outra gripe já vista. Parecia mais a concentração de alguma profecia bíblica, algo como o Apocalipse, que dizia que o mundo seria primeiro assolado pela guerra, depois pela fome e, em seguida, com o rompimento do quarto selo do rolo de pergaminho prevendo o futuro, o aparecimento de um cavalo, "amarelo-pálido; o que estava montado nele tinha por nome Morte e seguia-o o Inferno (KOLATA, 2002, p. 10).

2. A GRIPE ESPANHOLA CHEGA A SERGIPE.

No Brasil, os primeiros registros da doença aconteceram em meados de setembro daquele fatídico ano. Sendo bem provável que os primeiros casos de Influenza Espanhola tenham ocorridos a partir de um navio inglês que desembarcou em portos brasileiros (BERTOLLI FILHO; 2003).

Ao final do mesmo mês praticamente todo o Brasil já apresentava casos de contaminação pelo vírus gripal. Em Sergipe, durante as festas de posse do novo Presidente do Estado Coronel José Joaquim Pereira Lobo, em outubro de 1918, seis pessoas desembarcadas do “Vapor Itapacy” apresentaram a contaminação pela moléstia (SAMARONE, 1997).

Muito embora fossem removidas para o Lazareto Público, o hospital de isolamento, o mal se espalhou pelo Estado e fez a primeira vítima fatal na Capital: a negra Georgina de Jesus, conforme mensagem prestada à Assembléia Legislativa pelo então Presidente estadual.

Como afirma o médico Antônio Samarone, em estudo pioneiro sobre doenças vinculadas as condições de salubridade da capital sergipana:

O Governo tomou todas as providências que a sua estrutura permitia: criou o “Serviço de Combate à Gripe Espanhola” e entregou a coordenação ao Dr. Eronides de Carvalho. Convocou, para fazer parte do serviço, todo o pessoal médico ligado aos serviços públicos (1997, p.120).

Além disso, recorrentes solicitações à Assembléia Legislativa pelo dirigente Pereira Lobo, afim da liberação de verbas para o combate do problema, aconteceram e créditos de cem contos de reis foram liberados para a batalha contra a epidemia.

Não obstante as ações governamentais, a sociedade civil colocou-se ativamente em guerra contra o mal e se organizou em Aracaju:

Entidades, empresas, clero, instituições beneficentes movimentaram recursos e pessoas para enfrentar a epidemia. A Loja Maçônica “Cotinguiba” assumiu a responsabilidade pela assistência da área que ia da Rua Barão de Maruim até a localidade denominada “Carro Quebrado”. (...) 885 doentes foram atendidos pela loja maçônica, com 19 óbitos. (...) Importante também foi a participação da Associação Comercial, responsável pelas ruas Divina Pastora, Bonfim, Socorro, Vitória, Desaperta, topo e Ignácio de Loyola. A entidade comercial contratou os serviços clínicos do Dr. Álvaro Teles de Menezes e atendeu um total de 795 doentes (SAMARONE, 1997, p. 121).

Além dos maçônicos e comerciantes, outros setores da sociedade somaram forças e lutaram contra o mal: Cruz Vermelha, Hospital Santa Isabel, Quartel do 41º Batalhão de Caçadores, Fabrica Confiança e a Sergipe Industrial, Compagnie dês Chemins de fer, dentre outras (SAMARONE, 1997).

Tal participação da sociedade no combate a epidemia confere um dado revelador a situação em que se encontrava a Diretoria de Higiene do Estado: enquanto o Poder Público atendeu cerca de três mil doentes, as organizações não governamentais atenderam por volta de quarto mil e quinhentas pessoas (SAMARONE, 1997).

3. A ESTRUTURA SANISTARISTA DE SERGIPE NO INÍCIO DO SÉCULO XX

A estrutura sanitarista em Sergipe nos anos do século passado permanecia sem relevantes avanços. As ações governistas voltadas a este setor continuavam a concentrar seus esforços ao combates de epidemias, conforme trabalho da historiadora Cristina Valença de Almeida:

A estrutura sanitária em Sergipe nos primeiros anos republicanos não estabelecia significativas em relação ao período político anterior. Apesar do significativo aumento de médicos diplomados, as ações destes sanitários restringiam-se às épocas epidêmicas, principalmente quando se detectavam elevadas taxas de morbidade. (...) Algumas iniciativas foram implementadas nesse período, principalmente por força dos surtos epidemiológicos freqüentes nesse momento: dentre elas, a criação de uma Inspetoria de Higiene que seria reorganizada e regulamentada em 1915 e a instalação de hospitais de caridade – os lazaretos. (2006, p. 135).

A repartição de Higiene, durante o governo de Oliveira Valadão (1914 -1918) sofreu algumas modificações, muito embora continuasse com um campo de atuação muito restrito: uma Diretoria de Higiene e Saúde Pública, dirigida pelo médico Octaviano Vieira de Melo, e um serviço de Assistência Pública, similar aos serviços dos atuais Prontos Socorros, que passara das mãos da Diretoria de Segurança para a antiga Inspetoria de Higiene. (SAMARONE, 1997).

De fato, esta estrutura, embora a remodelagem ocorrida, não adquiriu condições para o enfrentamento mínimo das necessidades de saúde da população antes da ultima década da República Velha. Muito menos de um serviço de higiene preventivo capaz de acautelar o Estado da invasão das moléstias epidêmicas e sua propagação.

O único hospital existente na Capital durante a epidemia era de ordem filantrópica: o Hospital de Caridade Nossa Senhora da Conceição, conhecido por Hospital Santa Isabel, cuja entidade mantenedora era a Associação Aracajuana de Beneficência[4].

A situação da Intendência de Aracaju, um importante pólo de atração no Estado durante os primeiros anos republicanos, reflete a condição de descaso em que se encontrava o serviço público sanitarista do Estado:

No inicio do século XX, a Intendência municipal se encontrava refém de cuja máquina fiscal obsoleta, dependente dos repasses do governo. Não tinha autonomia para realizar obrar, serviços de limpeza e higiene, iluminação, calçamento, ajardinamento, arborização, justamente num momento que a cidade de Aracaju mais precisava, já que era crescente a população.

racaju da década do início do século XX, sem saneamento, com altos índices de mortalidade, com falta de água e de rede de esgotos, era a cidade dos “grandes pântanos”.

O modelo brasileiro de civilização, o Rio de Janeiro, distanciava Aracaju dos ideais de modernização vigentes. Em Aracaju, como afirma a historiadora Maria Nelly Santos, as condições eram desfavoráveis em razão da falta de capitais, orçamentos limitados e deficitários, ineficácia da estrutura administrativa, das disputas e crises políticas (2002).

3. O COMBATE AO MAL E A SAUDE PUBLICA APÓS A EPIDEMIA.

O tratamento a Influenza Espanhola foi marcada por incertezas, pois até os primeiros anos do século XX esta era uma das patologias menos conhecidas pela medicina:

Em 1918, quando a pandemia de espanhola começava a expandir-se, a comunidade médica permanecia imersa nas mesmas controvérsias a respeito da causa e da profilaxia da influenza. Alem das incertezas que caracterizavam o saber médico, havia muitas dúvidas sobre a verdadeira natureza daquela moléstia (SILVEIRA, 2005, p. 98).

Nas terras de Sergipe, o atendimento incidia como afirma o médico Antônio Samarone:

(...) na distribuição de medicamentos entre a população indigente, distribuição de alimentos ou dinheiro, desinfecção das casas onde ocorria óbito e na remoção dos cadáveres. O tratamento usado para enfrentar a gripe era um purgativo, óleo de rícino ou água laxativa vienense, um antitérmico, cápsula de aspirina, pyramidon ou antipyrina, e um xarope de alcatrão.

Para desinfetar as casas usava-se creolina, alcatrão e gás sulfuroso, como também queimava-se alcatrão nas ruas e praças (1991, p. 122).

Além das medidas desta ordem, registra-se também um exarcebado atendimento assistencial as pobres vítimas da “hespanhola”, por pessoas remediadas.

Como exemplo desta espécie de “atendimento”, temos um telegrama do Delegado de Higiene de Japaratuba ao Diretor da Saúde Pública:

“Solicito a Vossa Excelência em prol dos indigentes aqui atacados pela gripe espanhola algum auxílio. São números os casos verificados e o pequeno auxilio em dinheiro que a Intendência tem prestado, dentro do seu limitado orçamento, é insignificante. Os povoados São José da Catinga, Marimbondo, Aguada e mesmo Pirambu estão em completo abandono, sendo neles extrema a pobreza. Rogo a Vossa Excelência providencias como melhor julga” [5]

Essa postura assistencialista e as preocupações com as condições sanitárias eram comuns em tempos epidêmicos, afirma Samarone.

Com a gripe espanhola, foi reforçada a idéia tão defendida por médicos sergipanos, de que o Estado não tinha como enfrentar as epidemias e de que reformas no setor de serviços de higiene e saúde pública deveriam ser ocorrer.

A epidemia de 1918, nos pouco mais de três meses de duração, trouxe um número de casos registrados em Sergipe de 25.910 e 997 mortos, dentre esses, 7.974 registros na Capital Aracaju, e 229 óbitos (SAMARONE, 1997).

O impacto da “senhora espanhola” trouxe a tona o tema das reformas sanitaristas, como um caráter urgente e necessário para a proteção da forma de trabalho, vigente desde a transição da mão de obra escrava para a livre no país.

(...) Aracaju mobilizou-se, completamente, para enfrentar a ameaça de uma nova tragédia.

Médicos, comerciantes, industriais, funcionários públicos, religiosos, todos faziam da capital um grande hospital de campanha, enfrentando o medo e a incerteza. Mais uma vez é a tragédia que impulsiona a tomada de atitude dos governantes, para proteção da população da cidade. Surge novo hospital, o de Cirurgia, moderniza-se o Santa Isabel, instala-se o serviço de esgotamento sanitário e de abastecimento de água, as ruas ganham pavimentação, luz, serviços de transporte, domando as dificuldades enfrentadas desde 1855[6].

O final da segunda década republicana assinala algumas mudanças com o trabalho permanente de médicos e gestores da saúde pública, encarando este setor como elemento indispensável ao desenvolvimento da sociedade.

Durante o governo de Graccho Cardoso (1922-1926), grandes iniciativas em setores estruturais aconteceram, incluindo àquelas a respeito do setor sanitarista:

A saúde ganhou forte estímulo na gestão de Graccho Cardoso, com a criação do Instituto Parreiras Horta, que deveria ser, ao mesmo tempo, um Instituto Pasteur, um Instituto Vacinogênico e um Laboratório de Análises Clínicas, Bacteriológicas e Químicas e também de pesquisas médicas, dotando Sergipe de um estabelecimento eficiente contra a raiva e a varíola, alem de constituir um centro científico para a investigação dos principais problemas da medicina.

Na mesma linha deve-se o apoio governamental na construção do Hospital de Medicina e Cirurgia, somando-se às iniciativas particulares, lideradas pelo médico cirurgião Augusto César Leite, que levantavam doações, como era comum naquele tempo. (BARRETO; 2002, p. 51).

Deste modo, a partir do evento da Gripe Espanhola, a saúde em Sergipe começou a sair da esfera privada para a pública, e o direito ao atendimento passaram a compor o debate seja para melhorar a saúde da população em geral - ou para minimizar a ameaça que as classes menos abastadas representavam.

4. REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS

BARRETO, Luis Antônio. Graccho Cardoso: Vida e Política. Aracaju: Instituto Tancredo Neves, 2002.

BERTOLLI FILHO, Cláudio. A gripe espanhola em São Paulo, 1918: epidemia e sociedade São Paulo. Paz e Terra. 2003.

KOLATA, Gina. Gripe: A História da Pandemia de 1918. São Paulo: Record, 2002.

LE GOFF, Jacques (org). As doenças tem história. Lisboa: Terramar, 1985.

MARTIN, Liane Maria Bertucci. “Fragmentos do discurso científico na gripe espanhola”. IN: ANAIS DO XVII ENCONTRO REGIONAL DE HISTÓRIA – O LUGAR DA HISTÓRIA. ANPUH/SP-UNICAMP. Campinas, 6 a 10 de setembro de 2004. Cd-rom.

NASCIMENTO, Dilene Raimundo do, CARVALHO, Diana Maul de e MARQUES,Rita de Cássia (orgs.). Uma história brasileira das doenças. Rio de

Janeiro: Mauad, 2006.

SANTANA, Antonio Samarone de. As febres do Aracaju: (dos miasmas aos micróbios). 1997. 221 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais) - Núcleo de Ciências Sociais, Programa de Pós-Graduação, Pro-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa, Universidade Federal de Sergipe.

SANTOS, Maria Nely dos. “Aracaju na contramão da Belle Epoque”. IN: REVISTA DE ARACAJU. Nº 9, Ano LIX. Aracaju: PMA, 2002.

SILVEIRA, Anny Jackeline Torres. “A medicina e a influenza espanhola de 1918”. IN: TEMPO. Vol. 10. Nº 19. Jul/ Dez. 2005.

VALENÇA, Cristina de Almeida. Civilizar, regenerar e higienizar: a difusão dos ideais da pedagogia moderna por Helvecio de Andrade 1911-1935. 2006. 254 f. Dissertação (Mestrado em Educação) - Núcleo de Pós-Graduação em Educação, Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa, Universidade Federal de Sergipe.


[1] Graduado em História pela UESB, professor-tutor da Universidade Tiradentes e diretor adjunto da Escola Estadual Rosália Sampaio Bezerra/ AL. jonasdematosneto@yahoo.com.br

[2] Professora da Rede Pública Estadual de Sergipe, licenciada em História pela Universidade Federal de Sergipe e aluna do curso de especialização em Ensino de História da Faculdade São Luis de França. luanaboamorte@hotmail.com

[3] De acordo com o pronunciamento a imprensa de Margaret Chan, Diretora-Geral da Organização Mundial de Saúde, em 11/06/2009, cuja consulta está disponível no site: http://www.who.int/mediacentre/news/statements/
2009/h1n1_pandemic_phase6_20090611/es/index.html

[4] Para uma breve análise da história do Hospital Santa Isabel, consultar o blog: http://antonio_samarone.blog.uol.com.br/

[5] Telegrama do Delegado de Higiene de Japaratuba, farmacêutico Helvécio Campos, ao Diretor da Saúde Pública, Dr. Octaviano Melo, publicado no jornal “O Estado de Sergipe, 03/01/1919, apud SAMARONE, 1997, p. 123.