Sobre o autor[1]
Sobre a autora[2]
1. INTRODUÇÃO
O objetivo central deste
artigo é apresentar a epidemia da “gripe espanhola”, no ano de 1918, e seus
impactos sobre estrutura dos serviços de saúde pública de Sergipe. Para isso,
fizemos o uso da dissertação do médico Antônio Samarone, de trabalhos sobre a
situação da saúde pública em Sergipe durante o período e de obras que tratam da
história da epidemia em outros locais.
Este trabalho, ao se debruçar sobre os impactos trazidos pela “Gripe Espanhola”
a sociedade sergipana, está vinculado à recente historicidade das doenças, que
se mostra muito promissora ao produzir significados que ultrapassam suas
características biológicas, e evidenciam o contexto social e cultural no qual o
fenômeno está inserido.
É relevante reforçar que as enfermidades nos possibilitam conhecer sobre as
crenças, a moral, os costumes, a organização social e as identidades de
comunidades acometidas por elas. Segundo o historiador francês Jacques Le Goff,
numa coletânea de artigos intitulada “As doenças tem história”:
(...) a doença pertence à história, em primeiro lugar, porque não é mais do que
uma idéia, um certo abstrato numa “complexa realidade empírica”, e porque as
doenças são mortais. (...) A doença pertence não só à História superficial dos
progressos científicos e tecnológicos como também à História profunda dos
saberes e das práticas ligadas às estruturas sociais, às representações, às
mentalidades. (LE GOFF, 1985; p. 7- 8).
Dentro desta
compreensão, a Gripe Espanhola não será abordada neste artigo tão somente como
um conjunto de sinais e sintomas físicos que levou pessoas ao auxilio médico,
mas como um acontecimento que ameaçou e modificou a sociedade sergipana no
inicio do século XX.
2. GRIPE, EPIDEMIAS GRIPAIS E A “SENHORA ESPANHOLA”.
A gripe é uma doença
aguda, de evolução rápida e geralmente benigna, podendo, entretanto assumir, em
condições ainda não suficientemente conhecidas, características fatais.
Transmitida por contato
direto, a influenza tem como sintomas calafrios, sensação de frio, febre,
cefaléias, prostração e dores musculares, além de alterações no aparelho
respiratório que, com o decorrer do tempo, podem tornar-se proeminentes.
Muito embora pareça ser
esta doença uma enfermidade pouco ameaçadora, o vírus gripal pode sofrer
sensíveis variações antigênicas, proporcionada pelo contato humano com animais
domesticados, ampliando o grau de infectividade e de virulência, oferecendo
assim condições propícias para a ocorrência de epidemias ou mesmo pandemias.
Em abril de 2009, por exemplo, pessoas de todo o mundo assistiram estarrecidas
às inúmeras notícias sobre uma nova epidemia global: a gripe suína.
Após ter
sido identificada pela primeira vez no México, a doença espalhou-se empouco
tempo, sendo considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como pandemia
global, após o registro de mais de trinta mil pessoas contaminadas em oitenta
países[3].
A pandemia relativa à “Gripe Suína”,
causada por uma variante do vírus influenza tipo A, que porta a designação H1N1
foi a primeira do século XXI, mas não a unica da história. Em séculos
anteriores, pandemias semelhantes, gripais, acometeram pessoas no mundo.
No século passado, no ano de 1918, a humanidade vivenciou situação semelhante,
mas com um saldo de óbitos muito maior daquele até agora registrado com a “Gripe
Suína”. Cerca de vinte milhões de pessoas morreram vitimadas pela aquela que
ficou conhecida como “Gripe Espanhola”
(BERTOLLI FILHO; 2003).
A Gripe Espanhola, ou apenas Influenza Espanhola, foi uma pandemia que
marcou a historia mundial entre 1918 e início de 1919, sendo considerada como a
mais devastadora epidemia gripal que se tem notícia
(KOLATA; 2002).
A origem da expressão remete ao pressuposto de que a moléstia havia se originado
na Espanha, devido ao grande número de casos divulgados inicialmente. Mas
sabe-se que este equivoco surgiu diante da neutralidade do país na guerra e sua
postura em não censurar às notícias, inclusive, aquelas sobre os casos de gripe
surgidos
(BERTUCCI-MARTINS; 2004).
Provavelmente a Influenza Espanhola tenha se originado nos Estados Unidos ou na
China, e de lá disseminado até os regimentos estacionados na França, durante a
primeira grande guerra
(BERTOLLI FILHO; 2003).
A “Senhora espanhola” se
espalhou pelo mundo em três ondas epidêmicas, sendo a segunda delas a pior, com
altas taxas de infectividade, patogenecidade e virulência. Atingindo todos os
quadrantes do mundo, desde grandes centros urbanos a pequenos povoados distantes
da vida citadina (BERTOLLI FILHO; 2003).
Através do trabalho jornalistico de Gina Kolata, “Gripe: A história da pandemia
de 1918”, é possível apreender os impactos da doença:
Logo a praga estava por toda parte. E ninguém estava a salvo. A doença afetou os
jovens e saudáveis. Um dia você estava muito bem, forte e invulnerável. (...)
Você começava sentindo uma forte dor de cabeça. Seus olhos começavam a arder.
Vinham os calafrios (...) seus músculos doíam e sua cabeça latejava (...). Isso
podia durar alguns dias, ou algumas horas, mas nada podia deter o progresso da
doença. Médicos e enfermeiras aprenderam a reconhecer os sinais. Seu rosto
assumia um tom castanho arroxeado escuro. Você começava a tossir sangue. Seus
pés ficavam pretos. Por último, quando o fim já estava próximo, você sentia uma
terrível falta de ar. Uma saliva tingida de sangue saía de sua boca.
(...) A praga de 1918 foi chamada de gripe, mas não era como nenhuma outra gripe
já vista. Parecia mais a concentração de alguma profecia bíblica, algo como o
Apocalipse, que dizia que o mundo seria primeiro assolado pela guerra, depois
pela fome e, em seguida, com o rompimento do quarto selo do rolo de pergaminho
prevendo o futuro, o aparecimento de um cavalo, "amarelo-pálido; o que estava
montado nele tinha por nome Morte e seguia-o o Inferno (KOLATA, 2002, p. 10).
2. A GRIPE ESPANHOLA
CHEGA A SERGIPE.
No Brasil, os primeiros
registros da doença aconteceram em meados de setembro daquele fatídico ano.
Sendo bem provável que os primeiros casos de Influenza Espanhola tenham
ocorridos a partir de um navio inglês que desembarcou em portos brasileiros
(BERTOLLI FILHO; 2003).
Ao final do mesmo mês
praticamente todo o Brasil já apresentava casos de contaminação pelo vírus
gripal. Em Sergipe, durante as festas de posse do novo Presidente do Estado
Coronel José Joaquim Pereira Lobo, em outubro de 1918, seis pessoas
desembarcadas do “Vapor Itapacy” apresentaram a contaminação pela moléstia
(SAMARONE, 1997).
Muito embora fossem
removidas para o Lazareto Público, o hospital de isolamento, o mal se espalhou
pelo Estado e fez a primeira vítima fatal na Capital: a negra Georgina de Jesus,
conforme mensagem prestada à Assembléia Legislativa pelo então Presidente
estadual.
Como afirma o médico
Antônio Samarone, em estudo pioneiro sobre doenças vinculadas as condições de
salubridade da capital sergipana:
O Governo tomou
todas as providências que a sua estrutura permitia: criou o “Serviço de Combate
à Gripe Espanhola” e entregou a coordenação ao Dr. Eronides de Carvalho.
Convocou, para fazer parte do serviço, todo o pessoal médico ligado aos serviços
públicos (1997, p.120).
Além disso, recorrentes
solicitações à Assembléia Legislativa pelo dirigente Pereira Lobo, afim da
liberação de verbas para o combate do problema, aconteceram e créditos de cem
contos de reis foram liberados para a batalha contra a epidemia.
Não obstante as ações
governamentais, a sociedade civil colocou-se ativamente em guerra contra o mal e
se organizou em Aracaju:
Entidades,
empresas, clero, instituições beneficentes movimentaram recursos e pessoas para
enfrentar a epidemia. A Loja Maçônica “Cotinguiba” assumiu a responsabilidade
pela assistência da área que ia da Rua Barão de Maruim até a localidade
denominada “Carro Quebrado”. (...) 885 doentes foram atendidos pela loja
maçônica, com 19 óbitos. (...) Importante também foi a participação da
Associação Comercial, responsável pelas ruas Divina Pastora, Bonfim, Socorro,
Vitória, Desaperta, topo e Ignácio de Loyola. A entidade comercial contratou os
serviços clínicos do Dr. Álvaro Teles de Menezes e atendeu um total de 795
doentes (SAMARONE, 1997, p. 121).
Além dos maçônicos e
comerciantes, outros setores da sociedade somaram forças e lutaram contra o mal:
Cruz Vermelha, Hospital Santa Isabel, Quartel do 41º Batalhão de Caçadores,
Fabrica Confiança e a Sergipe Industrial, Compagnie dês Chemins de fer, dentre
outras (SAMARONE, 1997).
Tal participação da
sociedade no combate a epidemia confere um dado revelador a situação em que se
encontrava a Diretoria de Higiene do Estado: enquanto o Poder Público atendeu
cerca de três mil doentes, as organizações não governamentais atenderam por
volta de quarto mil e quinhentas pessoas (SAMARONE, 1997).
3. A ESTRUTURA
SANISTARISTA DE SERGIPE NO INÍCIO DO SÉCULO XX
A estrutura sanitarista
em Sergipe nos anos do século passado permanecia sem relevantes avanços. As
ações governistas voltadas a este setor continuavam a concentrar seus esforços
ao combates de epidemias, conforme trabalho da historiadora Cristina Valença de
Almeida:
A estrutura
sanitária em Sergipe nos primeiros anos republicanos não estabelecia
significativas em relação ao período político anterior. Apesar do significativo
aumento de médicos diplomados, as ações destes sanitários restringiam-se às
épocas epidêmicas, principalmente quando se detectavam elevadas taxas de
morbidade. (...) Algumas iniciativas foram implementadas nesse período,
principalmente por força dos surtos epidemiológicos freqüentes nesse momento:
dentre elas, a criação de uma Inspetoria de Higiene que seria reorganizada e
regulamentada em 1915 e a instalação de hospitais de caridade – os lazaretos.
(2006, p. 135).
A repartição de Higiene,
durante o governo de Oliveira Valadão (1914 -1918) sofreu algumas modificações,
muito embora continuasse com um campo de atuação muito restrito: uma Diretoria
de Higiene e Saúde Pública, dirigida pelo médico Octaviano Vieira de Melo, e um
serviço de Assistência Pública, similar aos serviços dos atuais Prontos
Socorros, que passara das mãos da Diretoria de Segurança para a antiga
Inspetoria de Higiene. (SAMARONE, 1997).
De fato, esta
estrutura, embora a remodelagem ocorrida, não adquiriu condições para o
enfrentamento mínimo das necessidades de saúde da população antes da ultima
década da República Velha. Muito menos de um serviço de higiene preventivo capaz
de acautelar o Estado da invasão das moléstias epidêmicas e sua propagação.
O único hospital
existente na Capital durante a epidemia era de ordem filantrópica: o Hospital de
Caridade Nossa Senhora da Conceição, conhecido por Hospital Santa Isabel, cuja
entidade mantenedora era a Associação Aracajuana de Beneficência[4].
A situação da
Intendência de Aracaju, um importante pólo de atração no Estado durante os
primeiros anos republicanos, reflete a condição de descaso em que se encontrava
o serviço público sanitarista do Estado:
No inicio do século
XX, a Intendência municipal se encontrava refém de cuja máquina fiscal obsoleta,
dependente dos repasses do governo. Não tinha autonomia para realizar obrar,
serviços de limpeza e higiene, iluminação, calçamento, ajardinamento,
arborização, justamente num momento que a cidade de Aracaju mais precisava, já
que era crescente a população.
racaju da década do
início do século XX, sem saneamento, com altos índices de mortalidade, com falta
de água e de rede de esgotos, era a cidade dos “grandes pântanos”.
O modelo brasileiro de
civilização, o Rio de Janeiro, distanciava Aracaju dos ideais de modernização
vigentes. Em Aracaju, como afirma a historiadora Maria Nelly Santos, as
condições eram desfavoráveis em razão da falta de capitais, orçamentos limitados
e deficitários, ineficácia da estrutura administrativa, das disputas e crises
políticas (2002).
3. O COMBATE AO MAL E A SAUDE PUBLICA APÓS A EPIDEMIA.
O tratamento a Influenza
Espanhola foi marcada por incertezas, pois até os primeiros anos do século XX
esta era uma das patologias menos conhecidas pela medicina:
Em 1918, quando a pandemia de espanhola começava a expandir-se, a comunidade
médica permanecia imersa nas mesmas controvérsias a respeito da causa e da
profilaxia da influenza. Alem das incertezas que caracterizavam o saber médico,
havia muitas dúvidas sobre a verdadeira natureza daquela moléstia (SILVEIRA,
2005, p. 98).
Nas terras de Sergipe, o
atendimento incidia como afirma o médico Antônio Samarone:
(...) na
distribuição de medicamentos entre a população indigente, distribuição de
alimentos ou dinheiro, desinfecção das casas onde ocorria óbito e na remoção dos
cadáveres. O tratamento usado para enfrentar a gripe era um purgativo, óleo de
rícino ou água laxativa vienense, um antitérmico, cápsula de aspirina, pyramidon
ou antipyrina, e um xarope de alcatrão.
Para desinfetar as
casas usava-se creolina, alcatrão e gás sulfuroso, como também queimava-se
alcatrão nas ruas e praças (1991, p. 122).
Além das medidas desta
ordem, registra-se também um exarcebado atendimento assistencial as pobres
vítimas da “hespanhola”, por pessoas remediadas.
Como exemplo desta
espécie de “atendimento”, temos um telegrama do Delegado de Higiene de Japaratuba ao Diretor da Saúde Pública:
“Solicito a Vossa
Excelência em prol dos indigentes aqui atacados pela gripe espanhola algum
auxílio. São números os casos verificados e o pequeno auxilio em dinheiro que a
Intendência tem prestado, dentro do seu limitado orçamento, é insignificante. Os
povoados São José da Catinga, Marimbondo, Aguada e mesmo Pirambu estão em
completo abandono, sendo neles extrema a pobreza. Rogo a Vossa Excelência
providencias como melhor julga”
[5]
Essa postura
assistencialista e as preocupações com as condições sanitárias eram comuns em
tempos epidêmicos, afirma Samarone.
Com a gripe espanhola,
foi reforçada a idéia tão defendida por médicos sergipanos, de que o Estado não
tinha como enfrentar as epidemias e de que reformas no setor de serviços de
higiene e saúde pública deveriam ser ocorrer.
A epidemia de 1918, nos
pouco mais de três meses de duração, trouxe um número de casos registrados em
Sergipe de 25.910 e 997 mortos, dentre esses, 7.974 registros na Capital
Aracaju, e 229 óbitos (SAMARONE, 1997).
O impacto da “senhora
espanhola” trouxe a tona o tema das reformas sanitaristas, como um caráter
urgente e necessário para a proteção da forma de trabalho, vigente desde a
transição da mão de obra escrava para a livre no país.
(...) Aracaju
mobilizou-se, completamente, para enfrentar a ameaça de uma nova tragédia.
Médicos, comerciantes, industriais, funcionários públicos, religiosos, todos
faziam da capital um grande hospital de campanha, enfrentando o medo e a
incerteza. Mais uma vez é a tragédia que impulsiona a tomada de atitude dos
governantes, para proteção da população da cidade. Surge novo hospital, o de
Cirurgia, moderniza-se o Santa Isabel, instala-se o serviço de esgotamento
sanitário e de abastecimento de água, as ruas ganham pavimentação, luz, serviços
de transporte, domando as dificuldades enfrentadas desde 1855[6].
O final da segunda
década republicana assinala algumas mudanças com o trabalho permanente de
médicos e gestores da saúde pública, encarando este setor como elemento
indispensável ao desenvolvimento da sociedade.
Durante o governo de
Graccho Cardoso (1922-1926), grandes iniciativas em setores estruturais
aconteceram, incluindo àquelas a respeito do setor sanitarista:
A saúde ganhou
forte estímulo na gestão de Graccho Cardoso, com a criação do Instituto
Parreiras Horta, que deveria ser, ao mesmo tempo, um Instituto Pasteur, um
Instituto Vacinogênico e um Laboratório de Análises Clínicas, Bacteriológicas e
Químicas e também de pesquisas médicas, dotando Sergipe de um estabelecimento
eficiente contra a raiva e a varíola, alem de constituir um centro científico
para a investigação dos principais problemas da medicina.
Na mesma linha
deve-se o apoio governamental na construção do Hospital de Medicina e Cirurgia,
somando-se às iniciativas particulares, lideradas pelo médico cirurgião Augusto
César Leite, que levantavam doações, como era comum naquele tempo. (BARRETO;
2002, p. 51).
Deste modo, a partir do
evento da Gripe Espanhola, a saúde em Sergipe começou a sair da esfera privada
para a pública, e o direito ao atendimento passaram a compor o debate seja para
melhorar a saúde da população em geral - ou para minimizar a ameaça que as
classes menos abastadas representavam.
4.
REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS
BARRETO, Luis Antônio. Graccho Cardoso: Vida e Política. Aracaju:
Instituto Tancredo Neves, 2002.
BERTOLLI FILHO, Cláudio. A gripe espanhola em São Paulo, 1918: epidemia e
sociedade São Paulo. Paz e Terra. 2003.
KOLATA, Gina.
Gripe: A História da
Pandemia de 1918. São Paulo: Record, 2002.
LE GOFF, Jacques (org). As doenças tem história. Lisboa: Terramar, 1985.
MARTIN, Liane Maria Bertucci. “Fragmentos do discurso científico na gripe
espanhola”. IN: ANAIS DO XVII ENCONTRO REGIONAL DE HISTÓRIA – O LUGAR DA
HISTÓRIA. ANPUH/SP-UNICAMP. Campinas, 6 a 10 de setembro de 2004. Cd-rom.
NASCIMENTO, Dilene
Raimundo do, CARVALHO, Diana Maul de e MARQUES,Rita de Cássia (orgs.). Uma
história brasileira das doenças. Rio de
Janeiro: Mauad, 2006.
SANTANA, Antonio Samarone de. As febres do Aracaju: (dos miasmas
aos micróbios). 1997. 221 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais) - Núcleo
de Ciências Sociais, Programa de Pós-Graduação, Pro-Reitoria de Pós-Graduação e
Pesquisa, Universidade Federal de Sergipe.
SANTOS, Maria Nely dos. “Aracaju na contramão da Belle Epoque”. IN: REVISTA
DE ARACAJU. Nº 9, Ano LIX. Aracaju: PMA, 2002.
SILVEIRA, Anny Jackeline Torres. “A medicina e a influenza espanhola de 1918”.
IN: TEMPO. Vol. 10. Nº 19. Jul/ Dez. 2005.
VALENÇA, Cristina de Almeida. Civilizar, regenerar e higienizar: a
difusão dos ideais da pedagogia moderna por Helvecio de Andrade 1911-1935. 2006.
254 f. Dissertação (Mestrado em Educação) - Núcleo de Pós-Graduação em Educação,
Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa, Universidade Federal de Sergipe.
[1]
Graduado em História pela UESB, professor-tutor da Universidade
Tiradentes e diretor adjunto da Escola Estadual Rosália Sampaio Bezerra/
AL.
jonasdematosneto@yahoo.com.br
[2]
Professora da Rede Pública Estadual de Sergipe, licenciada em História
pela Universidade Federal de Sergipe e aluna do curso de especialização
em Ensino de História da Faculdade São Luis de França.
luanaboamorte@hotmail.com
[5]
Telegrama do Delegado de Higiene de Japaratuba, farmacêutico Helvécio
Campos, ao Diretor da Saúde Pública, Dr. Octaviano Melo, publicado no
jornal “O Estado de Sergipe, 03/01/1919, apud SAMARONE, 1997, p.
123.