ISSN 1807-1783                atualizado em 24 de maio de 2011   


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O Movimento Popular Zapatista e a Revolução Mexicana

por Joice do Prado Alves e Jéssica Nunes

Sobre a primeira autora [1]

Sobre a segunda autora [2]

O século XIX foi sem duvida um período extremamente produtivo em inúmeros aspectos, tanto do âmbito do conhecimento quanto da cultura e da política. Temos, nesse período, uma densa influência positivista fruto dos estudos Comtianos e da chamada Escola Metódica, além de uma forte marca Iluminista que advém ainda dos resquícios da Revolução Francesa.

Nesse sentindo, podemos entrever a estruturação de métodos científicos que permitiram pensar as esferas sociais tanto no âmbito histórico quanto no âmbito das ciências sociais e que contribuíram enormemente para a formação do caráter nacionalista dos países, espírito que se alastrou por todo o Ocidente nesse período. Por tanto, não é de se admirar que o traço que mais se evidencia ao longo do século é, sem dúvida, a freqüência dos choques revolucionários.

“Esse século, por direito, pode ser chamado o século das revoluções, porque nenhum – até agora – foi tão fértil em levantes, insurreições, guerras civis, ora vitoriosas, ora esmagadas” [3]

A maioria das Revoluções ocorridas durante o período tem em comum o fato de terem sido dirigidas contra a ordem estabelecida, seja contra regimes políticos ou contra a escada social, quase todas foram feitas em favor da liberdade, da democracia (tanto política quanto social), pela Independência ou pela unidade nacional.

Esse sentimento de “efervescência” espalhou-se com força pela Europa como um todo e acabou por disseminar-se pelo mundo, atingindo também o continente americano. Originando uma agitação até então não vista, essas manifestações levaram, principalmente, às lutas por Independência na porção sul do continente.

“É o conflito entre essas forças de renovação e os poderes estabelecidos que compõem a história do século XIX, que explica a violência e a freqüência dos choques” [4]

Remond mostra que podemos distinguir quatro grandes vertentes que imperam durante o período: os movimentos liberais que se produzem em nome da liberdade, as revoluções propriamente democráticas, os movimentos sociais ligados às Escolas Socialistas e por fim o movimento das nacionalidades, que ocorre paralela e intrinsecamente às outras três.

Abordando mais especificamente esta última vertente, podemos analisar, através da fala de Ricupero, o movimento de formação do nacionalismo, idéia que surge principalmente através do movimento Romântico.

Formação das Identidades Nacionais

Pensando a nação a partir do conceito de “comunidade política imaginada”, ou seja, uma relação entre homens organizada politicamente e legitimada por uma maneira específica de pensar, temos que esse processo de construção estabelece identidades, noção necessária ao Estado que está se consolidando durante o período.

“Mais especificamente, a nação expressa um anseio pela permanência de laços comunitários num contexto histórico em que prevalecem amplamente relações de tipo societário. Ou melhor, na relação entre Estado e nação, o primeiro, organização caracteristicamente racional, tem necessidade da legitimidade fornecida pela outra forma social, em que são dominantes laços de afeto.” [5]

Temos, ainda durante o século XVIII, o inicio da difusão das idéias nacionalistas, que surgem como formas de combater os últimos resquícios medievais de descentralização política. Com a formação dos mercados de troca e o favorecimento de uma homogeneização tanto territorial quanto política e cultural, vemos formar-se a concepção de nação como uma espécie de “mediação ideológica” que passa aos homens e mulheres a impressão de pertencimento a uma comunidade maior.

O que vemos desenvolver-se na América, tanto no sentido da formação dessa identidade nacional como na estruturação de um Estado Independente, não foge ao que se desenvolve no restante do mundo, em especial na Europa. Como afirma Maria Lígia Prado não devemos analisar o processo de independência dos países latino-americanos de forma globalizada, sem levar em consideração as particularidades de cada um. Contudo, ainda sim podemos antever um contexto mais ou menos homogêneo que cerca a América do Sul:

“Todos os países latino-americanos foram colônias por mais de trezentos anos, ficaram politicamente independentes no princípio do século XIX e enfrentaram a dominação inglesa no século XIX e norte-americana no século XX. Além disso, a formação dos Estados Nacionais ocorreu praticamente no mesmo período, acompanhando o processo de desenvolvimento acelerado do capitalismo na região” [6]

Dessa forma, o que vemos na América Espanhola durante o século XIX é a permanência, ainda, de estruturas da colonização que vinham do século XVIII e que já não condiziam com a realidade da maioria das futuras nações, em especial das camadas mais abastadas.

“Os homens que, descontentes com o sistema colonial, lideraram o processo de independência política, estavam imbuídos das idéias liberais burguesas “descobertas” nos estudos realizados na Europa ou em livros “franceses” entrados clandestinamente no continente. Julgavam-se absolutamente bem preparados para alcançar seus objetivos e acreditavam esperançosamente no futuro” [7]

Na primeira metade do século XIX o objetivo, portanto, foi acabar com o domínio espanhol, levando à frente como bandeira os discursos libertários.

A Revolução Mexicana

Entrando numa discussão mais específica, focada na análise do que ocorreu no México durante o período, podemos ver que o país sintetiza de forma clara os conflitos que ocorreram no restante da América.

Obtendo sua liberdade em 1822, após anos de disputas principalmente religiosas, o México passou por um período extremamente conturbado, principalmente pelo fato de estar divido fortemente entre liberais e conservadores.

“Desde sua independência em 1822, confrontavam-se duas grandes tendências políticas, num vaivém de golpes militares de conflitos sangrentos. Tratava-se de dois projetos opostos de organização nacional. De um lado estavam os conservadores, respaldados pelo poder onipotente da Igreja Católica. (...) Quem os enfrentavam eram os liberais, deslumbrados pela ilustração européia e que pretendiam reordenar a sociedade de acordo com esses princípios.” [8]

Assim, o que vemos se arrastar desde 1822, quando se declara a independência do país, até 1917, quando finalmente se assina a constituição, é um intenso conflito interno, vários golpes governamentais e guerras civis que marcaram profundamente o país.

Em 1910 temos de fato o início do que chamamos comumente de “Revolução Mexicana”, posto que é nesse ano que as movimentações políticas (na figura de Francisco Madero) e populares (que tem como principal líder Emiliano Zapata) iniciam-se.

A problemática da questão agrária, base da revolução, tem início no regime militar de Porfirio Díaz, que governou o México de 1876 a 1910. O “Héroe de La Paz”, como se proclamou Porfírio, proporcionou estabilidade política e crescimento econômico ao país. Governou exatamente como as classes dominantes desejavam, agindo como mediador no latente conflito entre conservadores e liberais.

Através das Leis de Reforma, o governante promoveu a dissolução de estruturas estamentais coloniais, tendo a Igreja perdido suas posses e os indígenas sido expropriados de seus ejidos (terrenos de uso comum para todos de uma comunidade), possibilitando a apropriação dessas terras pelas classes dominantes. Além de erigir o latifúndio a partir da usurpação das terras das massas camponesas, abriu as portas do país para o capital estrangeiro, mais especificamente para o investimento norte-americano, a partir da colonização de terras devolutas. Díaz também promoveu o desenvolvimento de ferrovias ligadas aos Estados Unidos, beneficiando o comércio exterior com este.

No México à época do porfiriato, “a grande massa popular mexicana é o campesinato”[9] ou seja, a política de Porfírio estava voltada para as classes dominantes e contra as massas populares, o que se evidenciava nas suas ações. A partir das medidas excludentes e usurpadoras do regime, os camponeses se vêem em meio a uma profunda crise.

No Estado de Morelos, ao sul do México, encontravam-se comunidades camponesas - povoados de terras de cultivo comunais – cuja maioria dos habitantes havia lutado na guerra pela independência mexicana e até mesmo ao lado de Díaz na expulsão dos franceses invasores. Com as políticas adotadas pelo governo, Morelos torna-se um grande território de fazendas produtoras de cana-de-açúcar, e os camponeses, antes donos destas terras, tornam-se força de trabalho dentro das mesmas.

Diante desta injustiça social, Emiliano Zapata, então presidente do Conselho Comunal da localidade, após a tentativa sem sucesso de resolver a situação diplomaticamente, assume a liderança do setor popular marginalizado iniciando um movimento de Revolta camponesa ao sul do país que iria ficar conhecido como Movimento Zapatista.

A Ascensão de Madero e o Movimento Zapatista

Concomitante ao desenrolar da questão agrária que eclode com o movimento camponês encabeçado por Zapata, temos a reeleição de Porfírio Díaz, que encontrava a oposição de Francisco Madero desde 1908.

Madero tentou aproveitar o clima revolucionário do sul para lançar sua proposta anti-reeleicionista, a partir da qual se lançou candidato à presidência do México em 1910. O programa de Madero propunha, entre outras medidas, reformas eleitorais, liberdade de imprensa e de ensino, melhorias sociais para trabalhadores e indígenas e a unidade latino-americana. [10]

Porfírio, ao perceber a repercussão da propaganda oposicionista de Madero, exigiu sua prisão em 1910 sendo pouco depois reeleito. Madero fugiu então para os Estados Unidos, onde escreveu o manifesto “Plan de San Luís Potosi”, que entra no México e renova as esperanças dos camponeses ao propor uma possível reforma agrária, além de convocá-los a levantarem-se contra a ordem estabelecida.

Frente a tal possibilidade, o exército revoltoso de Morelos ao sul, liderado por Zapata, uniu-se à insurreição. O movimento madeirista ganhou corpo e expandiu-se, provocando inúmeros levantes populares também ao norte do México e em meados de 1910 foi oficializada a queda da ditadura de Porfírio Díaz, governante do México por quase quatro décadas.

“No México, contudo, a mudança de século se dá em 1910. A belle époque mexicana termina com uma revolta contra um ditador decrépito, Porfírio Díaz, que aos olhos das classes médias modernizadoras e de alguns setores da pujante América do Norte, já era um personagem obsoleto que se perpetuava no poder desde 1877” [11]

Quando Madero assumiu por fim a presidência mexicana, o movimento zapatista caracterizou-se por seu poder militar e ideológico, em busca da restituição das terras camponesas usurpadas pelos setores dominantes e que estavam prometidas no “Plan de San Luís Potosi”.

Com a vitória da Revolução, Zapata autorizara os moradores das vilas sob sua influência a reclamar suas terras, apoiando-se no fato de que oPlan de San Luizgarantia tais iniciativas. Estranhamente, as ordens que os líderes camponeses receberam do governo federal foi para que se abstivessem de agir. Mais tarde, o governo declarou que qualquer ação contra as fazendas seria considerado um “ato de guerra”. [12]

Como se vê, Madero - liberal vindo de família de ricos proprietários do Norte - postergou o quanto pode as medidas reivindicadas pelo setor camponês. A massa popular não demorou para sentir-se traída pelo atual governante, rompendo com a Revolução “oficial” encabeçada por Francisco Madero e redigindo um documento que ficou conhecido como “Plan de Ayala”, onde os zapatistas se mostraram fiéis aos princípios da revolução madeirista e radicalizaram a questão agrária em seu manifesto.

“[...] não se conformaram com amudança política, ou seja, somente com a substituição de Díaz por Madero como uma “dança de cadeiras” entre membros das elites políticas e econômicas. Queriam asmudanças sociaispelas quais tivesse valido a pena lutar. Queriam reformas populares levadas a cabo no campo, independentemente de que a autoridade oficial as autorizasse ou não” [13]

O teor do manifesto girava em torno da recuperação das terras expropriadas, objetivo que os zapatistas julgaram Madero incapaz de alcançar. Assim, deixaram de reconhecê-lo enquanto presidente e entendiam seu governo como uma mera continuação do porfiriato, lutando sempre pela bandeira da “Tierra e Liberdad!”. O plano constituído de quinze artigos era assim encerrado: “Povo mexicano, apoiai com armas na mão este plano e tereis a prosperidade e o bem-estar da pátria.” [14]

“O Plan Ayalanão se constituía em uma declaração de intenções, um corpo programático a ser adotado no futuro, quando ações tais ou quais seriam realizadas ou perseguidas. Oquandozapatista erahoje.Amanhãjá seria tarde para aquela gente premida pelos fazendeiros, guerras e pelo exército federal e polícia rural, e pela cana- de-açúcar, que invadia suas terras e o seu mundo ancestral feito de milho e feijão.” [15]

Descontentes pelo fato de não serem escutados nem verem cumpridas suas reivindicações, Zapata e seus companheiros romperam com Madero cerca de um ano depois da derrubada de Porfírio. Nos anos seguintes (1910-1919), Morelos se tornou palco de uma espécie de democracia camponesa, na qual as leis “oficiais” foram substituídas pelos Conselhos dos povoados, expressão direta da política popular.

O regime político no Estado revolucionário deu-se pela cooperação entre os povoados, onde o exército zapatista era composto por uma aliança armada entre os municípios. As tropas federais eram numericamente maiores do que as tropas do movimento e, no entanto, estas nunca foram aniquiladas, graças à perspicácia de seus integrantes em dissimular perante o exercito oficial, usando para tanto de inúmeros estratagemas. Por exemplo, quando este se aproximava, alguns camponeses fugiam por caminhos montanhosos, enquanto outros escondiam suas armas e aravam a terra tranquilamente, dizendo não terem visto nenhum zapatista na região. Os camponeses-soldados estavam sempre espionando e atacavam de surpresa pequenos grupos de inimigos.

Ávila Espinosa acredita que quatro fatores são principais para explicar a adesão camponesa ao movimento zapatista: a rejeição à ocupação militar do governo, a necessidade de retomar as terras, o enfraquecimento da imagem e legitimidade do governo e, por fim, o claro desinteresse dos grupos governantes de resolver o problema dos camponeses mexicanos.[16]

Sem dúvida nenhuma a grande adesão da massa popular camponesa ao movimento zapatista ocorreu principalmente em razão da questão agrária. Diante da necessidade de terras e do desinteresse da classe dominante em solucionar a questão social do campo, os marginalizados da política, retirados de suas terras, acabaram por perceber que não havia outro caminho para recuperá-las senão apelando para o movimento de luta armada.

Emiliano Zapata e seus companheiros não reivindicavam um governo zapatista ao México, mas sim medidas que trouxessem o reconhecimento dos direitos e da igualdade dos camponeses e indígenas na sociedade mexicana, clamavam pela divisão dos latifúndios a fim de restituir as terras aos seus verdadeiros donos. Adonia Antunes mostra que o sentimento que movia os camponeses a exigirem suas terras de volta estava muito além do puro interesse econômico:

“O vínculo desses povos com a terra não era, pois, uma relação de compra e venda. Elesnão podiam conceber esse tipo de relação. Seu vínculo com a terra era moral e não material ou mercantil. Ela não era vista como um recurso, como se costuma dizer modernamente, mas como parte do próprio ser da comunidade, da natureza mesma do pue­blo e da sua cultura, de sua materialidade, no sentido de que o entendimento da comunidade passa necessariamente pela terra em que ela vive e na qual viveram seus antepassados.”[17]

Além disso, para que o movimento obtivesse credibilidade pública, baseavam-se em documentos para comprovar a legitimidade do direito secular dos camponeses sobre aquelas propriedades, a fim dar à sua luta caráter legal.

O cuidado demonstrado com a documentação antiga, por parte dos camponeses, demonstra uma clara preocupação com a identidade cultural desses pueblos; Eles sabiam quem eram e porque estavam lutando. Sabiam que tinham direitos e simplesmente os tomaram das mãos dos governantes.

A elaboração de um documento único, O Plan de Ayala, também representou um “salto de qualidade na ação dos zapatistas”[18], posto que consolidou as reivindicações do povo e expressou ideologicamente os projetos zapatistas, dando uma maior legitimação para a causa tanto internamente quanto aos olhos do governo.

O movimento zapatista, que teve como cerne a questão agrária, representa a parcela radicalizada da Revolução Mexicana composta pelo setor popular. Não houve participação de indivíduos provenientes de classes dominantes ou de trabalhadores urbanos. Apesar da temática da terra ser central, os zapatistas possuíam outras propostas de melhoria, que incluíam desde confisco dos bens dos inimigos da revolução e direito à organização sindical, até mudança nas leis trabalhistas, igualdade feminina e divórcio.

Na luta por um mesmo objetivo, uniram-se homens, mulheres e crianças. Os soldados zapatistas não compunham um exército regular e não recebiam remuneração pela atividade militar. Eram camponeses-soldados que se dedicavam à luta encabeçada por Zapata, na busca por terra e liberdade, mas que mantinham suas obrigações nas comunidades, como plantar e colher. A utopia camponesa, a busca latente pela restituição do passado em seu futuro, é a base emotiva e espiritual do movimento zapatista.[19]

“A Revolução realmente sucedida pode não ter correspondido completamente aos sonhos camponeses mas, sem dúvida, trouxe uma verdadeira transformação do México rural, aspecto em que levou em conta as reivindicações dos rebeldes.” [20]

O sentimento de pertencimento à cultura camponesa indígena e a luta desses indivíduos por uma causa própria, caracterizou o movimento popular latino-americano dirigido por Emiliano Zapata, no qual os setores marginalizados da sociedade mexicana à época de Porfírio Díaz e Francisco Madero ganham espaço, ou ao menos notoriedade.

Ainda que as vitórias camponesas tenham sido limitadas e seu líder assassinado como traidor em 1919, os camponeses teriam conseguido muito menos sem seu levante que marcou as páginas da história moderna do México.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ALIMONDA, Héctor. A Revolução Mexicana. São Paulo: Editora Moderna, 1986.

ÁVILA ESPINOSA, Felipe.Los orígenes del Zapatismo. México: El Colegio de México, 2001.

CORREA, A.M. A revolução mexicana (1910-1917). São Paulo: Brasiliense, 1983.

CURZIO, Leonardo. O México no século XX: da revolução à democratização. IN.: AGGIO, Alberto & LAHUERTA, Milton (org). Pensar o Século XX: Problemas políticos e história nacional na América Latina. São Paulo: Editora Unesp, 2003.

NEPOMUCENO, Eric. Emiliano Zapata. São Paulo: Brasiliense, 1982.

NETO. Faustino T.C. A Revolução Morelense de 1910: um olhar sobre a formação da classe camponesa indígena. Endereço eletrônico: http://www.anpuhpb.org/anais_xiii_eeph/textos/ST%2014%20-%20
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PRADO, Adonia A. O Zapatismo na Revolução Mexicana: uma leitura da Revolução Agrária do Sul. Endereço eletrônico: http://bibliotecavirtual.clacso.org.ar/ar/libros/brasil
/cpda/estudos/vinte/adonia20.htm. Acessado em 28/06/2010.

PRADO, Maria Lígia. América Latina no século XIX: Tramas, Telas e Textos. São Paulo: Edusp, 1999.

_____. A Formação das Nações latino-americanas. São Paulo: Atual, 2001.

RICUPERO, Bernardo. O romantismo e a idéia de nação no Brasil (1830-1870). São Paulo: Martins Fontes, 2004.

VILLA, Marco A. A revolução mexicana, 1910-1940. São Paulo: Ática, 1993.


[1] Aluna do 4º Ano de História pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” Campus – Franca.

[2] Aluna do 4º Ano de História pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” Campus – Franca.

[3] REMOND, R. Introdução à história de nosso tempo. São Paulo: Cultrix, 1976, p.13.

[4] Ibdem, p.15.

[5] RICUPERO, Bernardo. O romantismo e a idéia de nação no Brasil (1830-1870). São Paulo: Martins Fontes, 2004, p.9.

[6] PRADO, Maria Lígia. América Latina no século XIX: Tramas, Telas e Textos. São Paulo: Edusp, 1999, p.4.

[7] PRADO, Adonia Antunes. O Zapatismo na Revolução Mexicana: uma leitura da Revolução Agrária do Sul. Estudos Sociedade e Agricultura, 20, abril 2003: 144-174.

[8] ALIMONDA, Héctor. A Revolução Mexicana. São Paulo: Editora Moderna, 1986, p.8

[9] ALIMONDA, Héctor. A Revolução Mexicana. São Paulo: Editora Moderna, 1986, p.13.

[10] Ibdem, p.17.

[11] CURZIO, Leonardo. O México no século XX: da revolução à democratização. IN.: AGGIO, Alberto & LAHUERTA, Milton (org). Pensar o Século XX: Problemas políticos e história nacional na América Latina. São Paulo: Editora Unesp, 2003. p. 291.

[12] PRADO, Adonia Antunes. O Zapatismo na Revolução Mexicana: uma leitura da Revolução Agrária do Sul. Estudos Sociedade e Agricultura, 20, abril 2003: 144-174.

[13] Ibdem.

[14] ALIMONDA, Héctor. A Revolução Mexicana. São Paulo: Editora Moderna, 1986., p.24.

[15] PRADO, Adonia Antunes. O Zapatismo na Revolução Mexicana: uma leitura da Revolução Agrária do Sul. Estudos Sociedade e Agricultura, 20, abril 2003: 144-174.

[16] ÁVILA ESPINOSA, Felipe.Los orígenes del Zapatismo. México: El Colegio de México, 2001.

[17] PRADO, Adonia Antunes. O Zapatismo na Revolução Mexicana: uma leitura da Revolução Agrária do Sul. Estudos Sociedade e Agricultura, 20, abril 2003: 144-174.

[18] Ibdem.

[19] ALIMONDA, Héctor. A Revolução Mexicana. São Paulo: Editora Moderna, 1986.

[20] PRADO, Adonia Antunes. O Zapatismo na Revolução Mexicana: uma leitura da Revolução Agrária do Sul. Estudos Sociedade e Agricultura, 20, abril 2003: 144-174.